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“Eu acautelaria fortemente os pais, especialmente os que tiverem crianças de sete anos de idade ou menos, para que tenham certeza de que saibam onde estão se metendo”.
Chris Columbus, diretor de Harry Potter e a Câmara Secreta

Quem nunca ouviu histórias de serpentes gigantescas “abraçando” suas presas e, após triturá-las num ritual meticulosamente orquestrado, engoli-las por inteiro?

Quem já viu uma destas cenas não se esquece tão cedo. Conheço pessoas que ouviram uma serpente triturar, num abraço um boi inteiro. O barulho dos ossos sendo quebrados pela força da serpente era horripilante e assustador.

Pois bem, estamos às voltas com o abraço da serpente engendrada pela pena hábil de Joanne Katleen Rowling, desta vez em Harry Potter e a Câmara Secreta, que esta sendo lançado como filme nos cinemas de todo o mundo.

Não é preciso dizer que filas e cenas de desespero de jovens e adolescentes se fizeram presentes novamente. Para aqueles que advogam que em Harry Potter e a Câmara Secreta tudo é simples e mera brincadeira pueril, há más noticias e elas são as piores possíveis.

Se em Harry Potter e a Pedra Filosofal, Rowling inicia os seus leitores nas artes mágicas e místicas da bruxaria e feitiçaria, em Harry Potter e a Câmara Secreta ela aprofunda o este envolvimento.

Veja a seguir alguns exemplos de como Rowling joga os seus devotos no mundo mágico, místico da bruxaria e da feitiçaria.

Adivinhação
É o sacerdócio do mago. Termo genérico que designa o conhecimento paranormal, religioso ou esotérico. A adivinhação pode ser exercida pelas artes divinatórias, pelas artes conjecturais, pela clarividência e pela visão. Existem dois tipos de adivinhação. Uma que se deve à arte e a outra que se deve à natureza. Significa realizar uma coisa divina (sic).

Amuleto
Os amuletos são utilizados para a defesa. Protegem contra as doenças, o mau-olhado, a má sorte, etc. Considera-se que o amuleto possua ou encerre uma forca mágica que realiza o que simboliza, numa relação especial entre aquele que o carrega e as forças que o amuleto representa. Fixa, concentra e age em todo os planos cósmicos, firmando o homem no centro destas forças, fazendo crescer a sua vitalidade, garantindo-lhe uma condição melhor após a morte.

Aranha
Nas crenças populares é um animal espiritual. Acreditava-se que durante o sono, a alma daquele que sonha pudesse sair e entrar pela boca em forma de aranha. No simbolismo está relacionado ao mito grego de Aracne, que teceu um tapete e foi transformada em aranha por Atena, por ter ousado desafiá-la – a aranha é o símbolo nesta lenda; é a derrota de um mortal que pretendeu rivalizar com Deus.

É a ambição demiúrgica punida – demiurgo é a criatura intermediária entre a natureza divina e a humana. A aranha torna-se, às vezes, símbolo da alma ou um animal psicopompo – condutor das almas dos mortos.

Aritmancia
Adivinhação através dos números – aritmomancia. Mancia – sufixo transformado em substantivo. Arte e ciência da adivinhação indutiva – mântica – aplicada a um determinado objeto ou que segue um determinado método. As mancias dividem-se em artes divinatórias – que dizem respeito à pessoa e artes conjecturais – que dizem respeito ao homem em geral, a sociedade ou qualquer outra coisa.

Classificam-se de acordo com os suportes utilizados: sonho – oniromancia; cartas – cartomancia; astros – astrologia; mortos necromancia; números – aritmancia. A aritmancia recorre a métodos tais como a simbologia dos números, a adição teosófica, o paralelismo etc.

Basilisco
Em grego significa “pequeno rei”, é um ser fabuloso de cunho simbólico do mundo das serpentes. É o rei das serpentes, como o diabo é o rei dos demônios. Nos bestiários medievais o basilisco aparece como serpente coroada, que é homenageada pelos seus súditos.

O basilisco era um animal que matava com um simples olhar, ou só com o bafo, quem dele se aproximasse sem o ter enxergado ou tendo sido visto primeiro por ele. Teria nascido de um ovo de galo velho, de 7 ou 14 anos, posto dentro do esterco e chocado por um sapo ou por uma rã.

É representado por um galo com cauda de dragão ou por uma serpente com asas de galo. Seria o poder real, que fulmina tantos quantos lhe faltam com o respeito. A lenda dizia que era difícil capturar o basilisco.

O único modo era colocar um espelho na frente dele, e assim aquele terrível olhar, dotado de potência mortal, refletido no espelho e voltado contra o próprio basilisco matava-o, ou então o hálito envenenado que exalava reincidia sobre ele, causando-lhe a morte que desejava provocar.

Bruxo
Quem faz bruxarias – as bruxas modernas tendem a se referir à sua religião como wicca, a forma feminina de wicce – do inglês antigo, que significa witch – bruxa.

Tantos os seguidores do sexo masculino quanto do feminino são conhecidos como bruxas e bruxas, embora o culto seja decididamente matriarcal, onde a suprema sacerdotisa de cada convenção é vista como a personificação – em alguns ritos, até mesmo encarnação da grande mãe deusa, que é a divindade principal do movimento. Como consorte da deusa, personificado pelo supremo sacerdote da convenção, está o deus-de-chifres, quase sempre identificado com o diabo, por aqueles que não pertencem ao culto.

Uma das cerimônias da bruxaria moderna é conhecida como “atração da lua”. É realizada pelo supremo sacerdote, mas sua meta é criar uma encarnação temporária da deusa na suprema sacerdotisa, algo que tem semelhanças com os ritos de possessão mediúnica de muitas religiões xamânicas.

Câmara secreta
Em todo ritual de iniciação apresenta-se uma prova, que é a passagem por uma câmara secreta; que pode ser um cubículo, um quarto fechado, etc, é sempre um lugar afastado de curiosos. Neste local o iniciado é aspergido com água lustral – para purificação – ou com o sangue de uma vítima sacrificada. O iniciado fica acordado ou dormindo para receber as revelações da divindade.

A câmara secreta simboliza o local da morte do velho homem e do nascimento do novo homem. Muitas vezes o iniciado pernoita na câmara secreta, pois se acredita que receba durante o sono ou acordado as revelações da divindade. Toda iniciação por mais natural que seja, comporta algo de secreto e de retirado, e a nova vida por ela inaugurada funda-se numa espécie de morte.

Chamas
Em todas as tradições, a chama – flama – é um símbolo de purificação, de iluminação e de amor espirituais. É a imagem do espírito e da transcendência, a alma do fogo. No sentido pejorativo e noturno, chama pervertida, ela é o pomo da discórdia, o sopro ardente da revolta, o tição devorador da inveja, a brasa calcinante da luxúria, o clarão mortífero da granada.

Conjuração
Ordem mágica constituída por nomes divinos inseridos numa fórmula ou num rito destinado a invocar uma entidade benéfica ou a afugentar uma entidade maléfica.

Dobby
Elfo marrom é um espírito caseiro das regiões do norte da Inglaterra. Apesar de estarem normalmente ligados as atividades caseiras, os Dobbyes eram considerados preguiçosos, ingênuos e idiotas. Tinham de ter um lugar na casa, mas seus quartos eram nos celeiros ou estábulos onde eles poderiam vigiar os animais.

Duende/Elfo/Gnomo
Símbolos das forças ocultas vivem no centro da terra e dispõem das forças mágicas. Tem ligações com o mundo dos mortos, e na simbologia a essência deles é considerada maligna e totalmente incontrolável. São anões e freqüentemente se atribui a eles virtudes mágicas e demoníacas.

Feitiço – convocatório, homorfo, Fidelius, levitação, patrono, poderoso e maligno·
Canto mágico. Fórmula ritual, religiosa ou mágica. Originalmente o feitiço era uma forma de rito mágico oral que consistia em descrever a gênese e em enumerar as qualidades e os nomes de um objeto para o dominar. Encantação.

Fênix
A fênix é um pássaro mítico, de esplendor impar, dotado de longevidade, e que tem o poder de depois de consumir em uma fogueira, de renascer de suas cinzas. Quando se aproxima a hora de sua morte, ela constrói um ninho de vergônteas perfumadas onde, no seu próprio calor se queima. Os aspectos do simbolismo aparecem com clareza: ressurreição e imortalidade, reaparecimento cíclico. É o símbolo da regeneração no Egito.

É a cavalgadura dos imortais. É também um símbolo da ressurreição, que aguarda o defunto depois do julgamento das almas, e se ele cumpriu devidamente os ritos e se a sua confissão negativa foi julgada como verídica, o próprio morto se transforma em fênix. A fênix constantemente leva consigo uma estrela, para indicar sua natureza as vida do outro mundo. A fênix é a representação figurada ou literal da Pedra Filosofal.

Linguagem da serpente
Não existe o termo “ofidioglota” com que Rowling denomina Harry Potter, Salazar Slytherin e Lord Voldemort. Possivelmente a autora criou aqui um neologismo, numa das suas muitas brincadeiras, que usa para dar um viso de desdém, quando na realidade quer é tirar a atenção para a realidade – as trevas presentes na sua literatura. Transcrevo a seguir LÍNGUA DOS PÁSSAROS, LÍNGUA DOS ANIMAIS – e ao que parece serpente é um animal.

“Língua dos pássaros” e não “linguagem dos pássaros”, matéria de estudo ecológica, ornitológica e etológico – estudo dos hábitos dos animais. Os esoteristas de todas as tradições assinalam que os iniciados falam a língua dos pássaros ou de outros animais.

O conhecimento dos mistérios da natureza e o poder de predição, conhecimento e poder ocultos expressos diretamente por meio de gritos, cantos, vozes de animais, comportamentos ritualizados de animais – corte, agressão, domínio, defesa territorial, proteção dos mais novos – ou expressos por intermédio de uma determinada gnose, linguagem secreta ou prática.

Lobisomem – Licantropia
Um lobisomem é um animal do folclore que se acreditava consumir carne humana ou sangue e que podia passar de lobo a humano e de humano a lobo – werewolf: Wer é uma palavra antiga inglesa para Homem. Não havendo casos documentados de humanos transformando-se em lobo e vice-versa, há documentos sobre humanos acreditando terem sido lobisomens.

A esta ilusão chama-se licantropia, crença de que alguém se transformava num animal, especialmente lobisomens. Na Europa durante a Idade Média, a licantropia era atribuída à bruxaria ou magia.

Mago (das trevas)
Para os greco-romanos, o mago é um individuo que produz feitiços, sortilégios e tem capacidade de adivinhação e de evocação. Para os oculistas, mago é um mágico, ocultista, adivinho, feiticeiro, astrólogo e adepto da magia cerimonial. Para os esotéricos, o mago é um mágico branco com conhecimentos esotéricos.

Mandrágora
Planta de grande valor simbólico, sua raiz ramificada recorda uma figura humana, e até a Idade Moderna foi bastante considerada como um gnomo portador de sorte. Planta com diversas substâncias tóxicas – hiosciamina, atropina, escopolamina, entre outras – que podem provocar alucinações.

Por este motivo ela desempenhava um papel importante nos bálsamos das feiticeiras, e tornou-se o símbolo das ciências ocultas de todo o tipo. Segundo a lenda, ela crescia sob os patíbulos a partir do esperma dos enforcados, e podia ser arrancada do solo apenas se fossem tomadas determinadas precauções. Dizia-se que nesse momento emitia um grito lancinante que provocava a morte.

Petrificação
A petrificação simboliza o castigo infligido ao olhar indevido. Ela resultaria ou de uma ligação que permanece depois da falta cometida – o olhar que se fixa – ou de um sentimento de culpa excessivo – o olhar que paralisa; ou ainda do orgulho e da cobiça – o olhar possessivo. A petrificação simboliza o castigo do descomedimento humano.

Runa
Signos alfabéticos com valor simbólico e mágico e são associadas às divindades do mundo germânico.

Salamandra
É o regente do elemento fogo.

Salgueiro
É considerado no Oriente como um símbolo da imortalidade, e é um meio simbólico de comunicação com o céu.

Varinha mágica
A vara é o símbolo do poder e da clarividência mágica, subtraído as forças celestes ou recebidos do demônio. A vara do mágico, da feiticeira, da fada – de condão. Sem uma vara encantatória, o adivinho não pode traçar o círculo no chão dentro da qual se encerra, a fim de evocar os espíritos. A vara mágica é a insígnia do poder dos homens sobre as coisas, quando detêm esse poder de origem sobre-humana.

Notem, leitores que estes são alguns dos muitos comprometimentos espirituais que há nos livros e conseqüentemente nos filmes. São mais de trezentos e cinqüenta situações como estas acima, que estão presentes nos quatro livros da série, estas definições são todas retiradas de livros, enciclopédias, dicionários e compêndios de esoterismo, bruxaria, feitiçaria e magia. Se isto – os comprometimentos apontados não são suficientes para desqualificar espiritualmente a obra excluindo ai o sentido fisiológico – de Rowling, o que seria então necessário?

Querem mais? Se formos ver as vestimentas, por exemplo, de Dublendore nos filmes, vamos ver que elas são os paramentos de um bruxo, ora se o filme ou os livros não refletem bruxaria e afins, por qual motivo Dublendore usa vestes próprias de um feiticeiro?

O filme, aliás, é sombrio – como o são qualquer das obras das trevas – e vejam uma declaração do diretor do filme repercutida pela revista Time Volume 160 número 20 – 11 de novembro de 2002:

“é um filme muito mais sombrio”. “O novo trabalho é igualmente muito mais assustador. O filme espelha o progresso dos livros de Rowlings, que se tornam mais sinistros e intensos à medida que avançam”. Trechos da matéria são sintomáticos: “O estúdio Warner Brothers temia que o filme pudesse ser censurado para menores de 13 anos, o que representaria uma proposição perigosa já que a maior parte dos fãs dedicados de Harry Potter são pré-adolescentes.

E, igualmente importante, os consumidores básicos dos brinquedos que usam Harry Potter como tema são crianças entre sete e 11 anos de idade. Só no primeiro episódio do filme a venda de produtos gerou vendas de US$ 500 milhões. Mas para sorte dos realizadores, o filme foi convenientemente classificado como PG (livre para crianças acompanhadas dos pais ou responsáveis).

Ainda assim, os produtores do novo Harry Potter fazem questão de informar a qualquer interessado que as crianças talvez saiam do cinema assustadas, muito assustadas”. ‘Eu acautelaria fortemente os pais’, diz Columbus, ‘especialmente os que tiverem crianças de sete anos de idade ou menos, para que tenham certeza de que saibam onde estão se metendo’.

“A advertência do diretor é mais ou menos o equivalente cinematográfico de um alerta de que determinado disco deveria ser ouvido pelos pais antes que permitam que seus filhos o adquiram, uma espécie de convite, e nada acidental, para que os adolescentes e os jovens adultos que consideraram o primeiro filme da série um tanto infantil dêem uma chance ao segundo.

Nos cartazes de ‘Harry Potter e a Câmara Secreta’, o jovem feiticeiro tem um olhar intenso, e ele está segurando uma espada. Trata-se de uma imagem calculada para atrair audiências mais velhas”.

Qual a diferença entre crianças de seis, sete anos e outras mais velhas? O que talvez – pelo menos aos olhos de Columbus – é ruim para algumas, pode ser bom para outras?

Sem contar que os produtores ávidos por dinheiro, já contabilizam os milhões de dólares que irão arrecadar.

Mas arrecadação à parte o que vemos em Harry Potter e a Câmara Secreta é a mentira em profusão de Rowling. Ela mente descaradamente ao dizer que nos livros não há misticismo, não há bruxaria, não há isto ou aquilo, quando na realidade todo o misticismo, feitiçaria, esoterismo e bruxaria professado e praticado por Rowling estão presentes em cada linha e parágrafo dos livros.

Se formos observar cada situação descrita nos livros, vamos encontrar muitas cenas de escracho e até cômicas, mas se olharmos detidamente vamos ver que em cada um dos livros há comprometimentos gravíssimos. Devemos ter em mente que Rowling afirma sistematicamente que não há nem de longe ou de perto nada que relacione sua obra com qualquer coisa que cheire o obscuro mundo da feitiçaria, do esoterismo, da bruxaria e da perversidade espiritual.

Na narrativa de Harry Potter, o misticismo está presente em cada vírgula, parágrafo, ponto. Eles estão presentes na figura pseudo-heróica de Harry Potter. O menino que ficou órfão foi duramente maltratado e desprezado por seus tios “trouxas” – os não mágicos, até que um belo dia recebe o comunicado trazido por uma coruja de que um lugar o espera na escola de bruxaria mais famosa do mundo.

Há quem veja neste enredo uma fantasia, um conto de fadas moderno, uma quimera. Há quem elogie os livros saudando-os como algo extraordinário que tirou jovens e crianças de todas as idades da frente da televisão e os colocou para ler e agora assistir a mensagem do inferno.

Harry Potter e a Câmara Secreta – o filme é sombrio, escuro, pesado e carregado de misticismo e todas as suas implicações, a exemplo do primeiro filme. Ambos os filmes são fielmente baseados nos livros homônimos.

Em entrevista publicada no Maga.zine – O Estado de São Paulo – 26/11/2001, J. K. Rowling declarou entre outras coisas o seguinte:

– De onde você tira suas idéias?
– Na verdade não sei. Algumas vezes elas vêm, de repente. Em outras ocasiões, tenho de me sentar e pensar durante uma semana, antes de começar a trabalhar.

– Você faz pesquisas falando com bruxas reais ou é tudo fruto da sua imaginação?
– Nada de bruxas. Aliás, não conheço nenhuma. Tudo o que está nos meus livros sobre bruxaria é coisa da minha mente.

Embora J. K. Rowling diga que não há elementos místicos e esotéricos na sua obra, como na entrevista acima, não há como negar este fato. Logo, podemos deduzir e concluir que ela mente descaradamente e subjuga a nossa capacidade de pensar e raciocinar.

Ao se debruçar sobre os livros da saga de Harry Potter vamos encontrar a forte presença destes elementos místicos. Você acredita nisto? Nesta mente perversa e pervertida?
Eu não.

Na sua gana de mostrar que Harry Potter pode substituir Jesus Cristo, Rowling, faz com que ele liberte um cativo. A forma e modo como isto acontece é repugnante. Enquanto Jesus Cristo deu a sua vida e o seu sangue para nos libertar, Harry dá uma meia pegajosa e fedorenta para libertar Dobby – um demônio que servia os Malfoy – bruxos do mal, aliados a Lord Voldemort. Lúcio Malfoy é um dos comensais da morte, ou servo fiel de Voldemort e pai de seu desafeto Draco.

Harry força nas mãos deste a sua meia com um diário dentro, sabedor que somente uma peça de roupa dada por seu dono é que pode libertar o elfo doméstico, e que a reação de Malfoy será jogar a meia fora. Ao fazer isto Dobby agarra a meia pegajosa e fedorenta de Harry Potter, como quem se apodera de um precioso troféu. De posse da peça de roupa dada por seu dono, Dobby não mais deve obrigação a seu amo. Dobby era livre!

– Harry Potter libertou Dobby!
– Harry Potter deu liberdade a Dobby!
– Harry Potter é muito maior do que Dobby pensou!.

Se bem que no filme a meia está dentro do livro.

Venho afirmando nos meus escritos sobre este heroizinho de meia tigela que Rowling criou para uma pretensa substituição de Jesus Cristo, e este episódio da liberdade de Dobby deixa isto bem claro, se formos comparar isto com Lucas 4:19 “… a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos…” – vamos ver o tamanho do descaramento de Rowling.

Ao ler o livro e assistir ao filme, dá para ver o quanto há de envolvimento de bruxaria, feitiçaria, magia e esoterismo nos escritos de Rowling. Resta saber se ela vai ainda bater o pé é dizer que “tira” tudo o que escreve da sua cabeça. Posso afirmar sem medo nenhum de errar, que tudo o que ela “tira” da sua cabeça cheira a enxofre.

Tal como Jung, Rowling parece odiar e detestar o cristianismo.

No livro Harry Potter e a Câmara Secreta, Harry e Rony perdem o trem para Hogwarts e viajam no carro voador roubado do pai de Rony. A uma determinada altura da viagem passando por cima de algumas cidades eles vêem tudo lá embaixo pequenos e as cidadezinhas com igrejas de brinquedo.

Pois parece ser deste modo que Rowling vê a igreja e o cristianismo, como se fosse um brinquedo, talvez seja por isso que ela coloca o seu “maldito” libertando cativos com meias fedorentas. Que ela criou aqui uma alegoria é notório e aviltante, assim como ela diz a todos que Harry pode mentir o quanto e a hora que quiser.

Harry mente o tempo todo, aceita ajuda escamoteada, de professores e dos amigos, mente, para todos e por todos é protegido. Será que Rowling não sabe que o diabo é o pai da mentira?

Beleza este “salvador” não é? Mente, trapaceia, faz espertezas e sai impune, e ainda por cima é premiado. Como a sua dona. Como o diabo, pai de ambos – criadora e criatura.

Resta ver com tristeza absoluta que a serpente maligna desenhada por Rowling vem apertando adolescentes e crianças no mundo todo com a malignidade emanada de cada linha e de cada cena. Só que a serpente não quebra ossos, somente corrompe e corrompe espiritualmente toda uma geração.

O livro é perverso, o filme é escuro e obscuro – como o são as trevas. E fico com as palavras de Chris Columbus – “Eu acautelaria fortemente os pais’, ‘especialmente os que tiverem crianças de sete anos de idade ou menos, para que tenham certeza de que saibam onde estão se metendo”.

Notoriamente Rowling, quer nos enganar, dizendo que conta histórias para boi dormir. Resta saber se os devotos vão conseguir dormir depois de assistir o filme.

Isto se a serpente deixar…

O autor leu repetidas vezes os quatro livros da série e assistiu os dois filmes, nas datas de lançamento deles.

Fonte:
http://www.evangelicos.com

Autor: Jehozadak A. Pereira – jehozadak@evangelicos.com

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