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O desmatamento havia espantado os passarinhos. Além disso, ninguém podia ver um passarinho cantando num galho de árvore, num fio de luz, que logo havia alguém ajuntando uma pedra para atirá-la no passarinho.
A situação era tão grave que bem já quase não havia mais passarinho por lugar algum.
O conselho real se reuniu e decidiu que a partir de hoje era proibido matar passarinhos.
Aquela pessoa que infringisse essa lei seria castigada com a morte.
Ninguém mais se atreveu a caçar passarinhos. E com isso os passarinhos começaram a aparecer outra vez.
Certo dia, o filho do rei convidou alguns amigos para brincar na floresta.
Entre brincadeiras e correrrias, escutaram o alegre cantar dos passarinhos. Foi aí que o filho do rei revelou um segredinho.
Ele tinha trazido junto uma funda des matar passarinho.
– Mas isso é proibido, Charles. Teu pai mesmo o proibiu, disse um dos amigos.
– Que proibido que nada. Eu sempre venho aqui caçar passarinho. Meu pai nem sabe. E depois, se souber ele não vai deixar cumprir a lei comigo, disse o príncipe.
E começaram a caçar os passarinhos. Mataram doze em menos de duas horas.
Ainda que fosse segredo, os amiguinhos do príncipe não aguentaram e contaram o segredo adiante.
Logo, todo mundo já estava sabendo. Chegou também ao ouvidos do rei. Quando o rei perguntou ao príncipe sobre a veracidade dos comentários, o menino mentia a seu pai.
Por isso, a situação exigia uma investigação. No fim, foi comprovado que era verdade: o filho do rei levou uns amiguinhos para a floresta e lá caçaram e mataram passarinhos.
Todo o povo queria saber como iria acabar essa história.
Aconteceu o julgamento. E não havia outra. A lei era clara: era proibido matar passarinhos e quem infringisse a lei seria castigado com a morte.
A lei deve ser igual para todos. Mas o povo dizia que nessa situação seguramente o rei vai inventar uma exceção.
Por isso, aguardavam a palavra final do rei. E o rei pensou, pensou, se levantou e disse:
– Tenho uma profunda dor no meu coração. Meu filho é o acusado e ficou probado que ele é culpado. Por isso, não posso dizer outra coisa.
Que a lei seja cumprida. Mas, ao invés de cumpri-la sobre o meu filho, que é o culpado, ordeno que seja cumprida em mim. Tomarei o lugar do meu filho. Serei executado em seu lugar.
E assim foi. O pai entregou a sua vida pelo pecado de seu filho.

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