O Pára-quedas

Imagine a cena: estamos junto com umas dez pessoas voando sobre o país num avião fretado.
De repente o motor explode em chamas e o piloto corre da cabine. “Nós vamos cair!” ele grita.
– “Temos que pular!”
Ainda bem que ele sabe onde os pára-quedas estão porque nós não.
Ele os distribui e nos dá algumas orientações, enquanto nós ficamos em fila ao ele escancarar aberta a porta.
O primeiro passageiro vem até a porta e grita através do vento .
– “Posso fazer um pedido?”
– “Claro, qual é?”
– “Tem algum jeito de eu conseguir um pára-quedas rosa” O piloto, em descrença, balança a cabeça.
– “Será que o pára-quedas que eu te dei não é o suficiente?”
E então o primeiro passageiro pula. O segundo vem até a porta.
– “Eu estava imaginando se não há algum modo do senhor me garantir que eu não vou ficar com náuseas durante a queda.”
– “Não, mas eu posso garantir que você terá um pára-quedas para a queda.”
Cada um de nós vem com um pedido e recebe o pára-quedas.
– “Por favor capitão”, diz um, “Eu tenho medo de altura. Você poderia retirar o meu medo?”
– “Não”, ele responde, “mas eu te darei um pára-quedas.”

Outro pede uma estratégia diferente, “Será que o senhor não poderia mudar os planos? Vamos cair junto com o avião. Talvez sobrevivamos.”
O piloto sorri e diz, “Você não sabe o que está pedindo”, e gentilmente empurra o camarada pra fora.
Um passageiro quer um óculos de proteção, outros quer botas, outro quer esperar até o avião chegar mais perto do solo.
– “Vocês não entendem”, o piloto grita ao nos ajudar, um por um.
– “Eu lhes dei um pára-quedas; é o suficiente.”

Apenas um item é necessário para a queda, e ele o providencia. Ele coloca a ferramenta estratégica em nossas mãos.
O presente é adequado. Mas estamos satisfeitos? Não. Estamos inquietos, ansiosos, até mesmo exigentes.
Louco demais para ser possível? Talvez num avião com piloto e pára-quedas, mas e na terra com pessoas e graça? Deus ouve milhares de apelos por segundo.
Alguns são legítimos. Nós, também, pedimos que Deus remova o temor ou mude os planos. Ele geralmente responde com um leve empurrão que nos deixa no ar e suspensos por sua graça.

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